COMA CHOCOLATE COM MODERAÇÃO E SEM CULPA
22/04

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Selo No Pain No Gain TRainer-01Depois que a Páscoa passa e você se dá conta do excesso de doces e chocolates que ingeriu, aí bate aquela culpa, certo? Neste feriadão então, que começou com o bacalhau da Sexta-feira Santa e só terminou na segunda de Tiradentes, o tempo livre para comer foi maior.

Para ajudar a aliviar a sua consciência, o professor Marcos Pudo, da Trainer, dá algumas dicas de como comer com moderação e sem culpa após os dias de comilança.

Não deixe espaço no estômago
Sempre que ganham chocolates, principalmente no domingo de Páscoa, as pessoas deixam para comer o doce depois do almoço. Até aí, tudo bem. O problema é que comem menos na refeição para “guardar” um espaço para a sobremesa.

“Faça uma refeição e coma tudo o que lhe der vontade, não deixe um espaço no estômago para o doce porque ele não é um complemento daquele almoço”.

O ideal é esperar cerca de 30 minutos após a refeição para consumir o chocolate. Isso porque, o sistema nervoso central tem um tempo mínimo de 20 minutos para diminuir a sensação de fome. Depois disso, é possível definir a quantidade que você irá comer.

Racionalize as porções
Ao abrir o chocolate, já separe a quantidade que irá consumir. E, em seguida, guarde o ovo no armário, longe da vista. “Não deixe o ovo de chocolate aberto perto de você para não comê-lo inteiro de uma vez”.

Coma antes ou após os treinamentos
Durante a semana, após a Páscoa, ainda dá vontade de comer chocolate, não é? A dica é deixar para comer as porções antes ou após o treinamento, fazendo com que o chocolate se transforme em fonte de energia.

“Se não tiver hábito de comer chocolate, mas está com vontade de comer o ovo de Páscoa, diminua a ingestão de carboidrato que está acostumado a ingerir e substitua pelo chocolate, mas mantenha a proteína. Assim, você manterá sua quantidade de consumo de calorias e não ganhará peso”.

Retome a rotina de exercícios
Não importa se o abuso foi grande ou pequeno no feriado, retome a rotina de exercícios. “Os abusos acontecem, mas são uma exceção. Não pode se tornar a regra. Mesmo quem abusou no feriado deve voltar à rotina normal e medir os resultados”.

Marcos Pudo é mestre em fisiologia do corpo (CREF 3216-G/SP)


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